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    Perfil socio-econômico do cafeicultor paulista.
    (2007) Francisco, Vera Lúcia Ferraz dos Santos; Vicente, Maria Carlota Meloni; Lorena, Bernardo; Embrapa - Café
    O Estado de São Paulo é um tradicional produtor de café, sendo que das culturas perenes e semi-perenes, ocupou a terceira posição no valor da produção agropecuária paulista. Este artigo analisou as informações obtidas em um levantamento amostral específico para cafeicultores, realizado em julho de 2006, com o objetivo de traçar o perfil sócio-econômico do produtor de café paulista. Em 90% das unidades produtoras o principal condutor da atividade é o proprietário e este apresenta alto índice de participação em atividades gerenciais e de comercialização do café, sendo que uma parcela também participa de todo o processo produtivo; 32% dos condutores da cafeicultura possuem acima de 60 anos; 32% tinham segundo grau ou curso superior completos, correspondendo a 62% da área plantada e 2% atuam na atividade cafeeira nos estados de Minas Gerais e Bahia.
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    Teste de modelo agrometeorológico de monitoramento e de estimativa de produtividade do cafeeiro (Coffea arabica L.) no Estado de São Paulo
    (2005) Camargo, Marcelo Bento Paes de; Santos, Marco Antonio dos; Brunini, Orivaldo; Fahl, Joel Irineu; Meireles, Elza Jacqueline Leite; Lorena, Bernardo; Embrapa - Café
    O desenvolvimento de modelo agrometeorológico que possibilite a estimativa de quebra de produtividade antecipada é importante para subsidiar programas de previsão de safras de café. Uma boa estimativa da produtividade implica na utilização de modelos que considerem os efeitos ambientais aos processos fisiológicos determinantes da produção. Este trabalho teve o objetivo de testar um modelo matemático agrometeorológico de estimativa de produtividade do cafeeiro para três diferentes escalas produtivas "talhão", "propriedade" e "município" em diferentes regiões do Estado de São Paulo. Dados meteorológicos e de produtividade foram coletados no IAC e CATI para o período de 2000 a 2004. O modelo se baseia na penalização da produtividade potencial da cultura em função do déficit hídrico quantificado através da relação [1- (ETr/ETp)] ajustadas por diferentes coeficientes de sensibilidade da cultura (Ky) ocorridos em diferentes fases fenológicas. O modelo considera também os efeitos da produtividade do ano anterior e temperaturas adversas ocorridas em fases fenológicas críticas. Os modelos parametrizados, nas três escalas produtivas consideradas, apresentaram ajustes satisfatórios entre valores observados e estimados, com valores do índice "d" variando de 0,88 a 0,92, "R" variando de 0,81 a 0,87 e erros aleatórios relativamente baixos de 5,1 a 9,4 sacas.ha-1 e sistemáticos de 3,5 a 7,1sacas.ha-1. O modelo apresentou pequena tendência a superestimar as produtividades estimadas. Os resultados indicam que o modelo parametrizado em diferentes escalas produtivas tem potencial para estimar a produtividade do café, podendo servir como subsídio aos trabalhos de previsão de safra.
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    Parametrização de modelo agrometeorológico de estimativa de produtividade do cafeeiro (Coffea arabica L.) para diferentes escalas: planta, talhão, propriedade e município
    (2005) Santos, Marco Antonio dos; Camargo, Marcelo Bento Paes de; Fahl, Joel Irineu; Pedro, Mário José; Fazuoli, Luiz Carlos; Lorena, Bernardo; Embrapa - Café
    O cafeeiro tem a sua produtividade afetada pela bienalidade e pelas condições meteorológicas, em especial deficiência hídrica e temperaturas adversas do ar. O objetivo do trabalho foi modificar e parametrizar um modelo matemático agrometeorológico de estimativa de produtividade do cafeeiro para quatro diferentes escalas produtivas (planta, talhão, propriedade e município) em diferentes regiões cafeeiras do Estado de São Paulo. Os dados meteorológicos e de produtividade foram coletados no IAC, CATI e cooperativas. O modelo original se baseia na penalização da produtividade potencial da cultura em função do déficit hídrico ajustadas por diferentes coeficientes de sensibilidade da cultura (ky) ocorridos em diferentes fases fenológicas. O modelo considera ainda os efeitos de temperaturas adversas, como geadas e temperaturas elevadas durante o florescimento. O modelo foi modificado visando considerar também os efeitos da bienalidade produtiva por meio de coeficientes de sensibilidade (ky0). A parametrização dos coeficientes foi feita com base em critérios e observações experimentais de acordo com a fenologia bienal do cafeeiro. Resultados indicaram os maiores valores dos coeficientes "ky" para as fases do florescimento e granação. Os valores dos coeficientes de sensibilidade (ky0) foram diferentes dependendo das escalas, 1,05 para planta, 0,96 para talhão, 0,63 para propriedade e 0,45 para município. Testes preliminares indicam que o modelo modificado e parametrizado nos diferentes níveis hierárquicos mostrou ter potencial para estimar produtividades do cafeeiro.
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    Café de São Paulo
    (2000) Thomaziello, Roberto Antonio; Toledo, João Alves de; Lorena, Bernardo; Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café
    Embora ocupando o 3º lugar como produtor brasileiro, o café é ainda de suma importância para o Estado, representado não só pela produção, mas por todos os segmentos agregados ao setor, que fazem deste agronegócio um gerador anual de 5 bilhões de reais e ainda responsável por cerca de 500 mil empregos. Em grande parte o sucesso dessa cultura, se deve aos excelentes trabalhos desenvolvidos a décadas pelos seus Órgãos de Pesquisa, Assistência Técnica e Difusão de Tecnologia.