Penetração da broca (Hypothenemus hampei) em frutos de café em diferentes fases de crescimento

dc.contributor.authorMourão, Sheila Abreupt_BR
dc.contributor.authorVilela, Evaldo Ferreirapt_BR
dc.contributor.authorZanúncio, José Colapt_BR
dc.contributor.authorZambolim, Laérciopt_BR
dc.contributor.otherConsórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Cafépt_BR
dc.date2003-10-03 11:07:17.467pt_BR
dc.date.accessioned2015-01-14T13:44:15Z
dc.date.available2015-01-14T13:44:15Z
dc.date.issued2003pt_BR
dc.descriptionTrabalho apresentado no Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil (3. : 2003 : Porto Seguro, BA). Resumos. Brasília, D.F. : Embrapa Café, 2003.pt_BR
dc.description.abstractO ensaio foi realizado em um cafezal com três anos de idade, com duas variedades de café Coffea arabica (Catuaí Vermelho e Mundo Novo) e uma de Coffea canephora (Conilon), na área experimental do aeroporto, da Universidade Federal de Viçosa (UFV) em Viçosa, Minas Gerais. Determinou-se os tempos fisiológicos (graus-dia), em que os frutos da florada principal de cada uma das variedades atingiu estágio fenológico adequado para a penetração da broca-do-café Hypothenemus hampei (Coleoptera: Scolytidae). Além disso, o período de maior trânsito dessa praga, quando suas fêmeas adultas saem à procura de novos frutos e têm capacidade de penetrá-los para se reproduzir e, consequentemente, aumentar sua população, foi avaliado. Foram feitas considerações para a utilização dos tempos fisiológicos (graus-dia) para a tomada de decisão de manejo integrado da broca do café. O inseto penetrou no mesocarpo de 50% dos frutos brocados com percentuais de umidade de 78,5; 77,4 e 75,6 % e peso da matéria seca acumulada de 18,1; 28,5 e 4,8 mg equivalentes ao tempo fisiológico em unidade de graus-dia acumulado de 1825, 1943 e 1176 graus-dia para o Catuaí Vermelho, Mundo Novo e Conilon, respectivamente. Isto constitui o período de maior trânsito da broca nas variedades testadas, sendo, portanto, o momento ideal para amostragens e eventuais intervenções com inseticidas. A broca tem capacidade de penetrar em grãos mais jovens da variedade Conilon, provavelmente devido aos menores percentuais de umidade de seus frutos durante os primeiros estágios de desenvolvimento. Isto determina maior número de ciclos de vida da broca e, conseqüentemente, maiores percentuais de infestação nessa variedade. Por isto, recomenda-se a utilização de faixas com vegetação nativa entre variedades de café, para o manejo de H. hampei, pois aquelas com floradas tardias ficam expostas a maiores populações dessa broca, que se reproduz nos frutos de variedades precoces. Além disto, faixas de vegetação nativa podem aumentar as populações de inimigos naturais e reduzir o movimento da broca entre talhões de café.pt_BR
dc.description.sponsorshipConsórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Cafépt_BR
dc.identifier.citationMourão, Sheila A.; Vilela, Evaldo F.; Zanuncio, José C.; Zambolim, Laércio. Penetração da broca (Hypothenemus hampei) em frutos de café em diferentes fases de crescimento. In: Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil e Workshop Internacional de Café & Saúde, (3. : 2003 : Porto Seguro). Anais. Brasília, DF : Embrapa Café, 2003. (447p.), p. 347.pt_BR
dc.identifier.other166689_Art392pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.sbicafe.ufv.br/handle/123456789/1491
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectBroca do café Trânsito Café Fenologia do fruto Hypothenemus hampeipt_BR
dc.subject.classificationCafeicultura::Pragas, doenças e plantas daninhaspt_BR
dc.titlePenetração da broca (Hypothenemus hampei) em frutos de café em diferentes fases de crescimentopt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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