SPCB - Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil

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    EFEITO DO ÁCIDO SILÍCICO EM ASPECTOS FISIOLÓGICOS E ANATÔMICOS DE MUDAS DE CAFEEIRO INOCULADAS COM Cercospora coffeicola
    (2009) Botelho, Deila Magna dos Santos; Pozza, Edson Ampélio; Furtini Neto, Antônio Eduardo; Castro, Daniel de Melo; Barbosa, João Paulo Rodrigues Alves Delfino; Marchiori Júnior, Walter; Embrapa - Café
    O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da adição de ácido silícico ao solo em características fisiológicas e anatômicas de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.) inoculadas com Cercospora coffeicola. Foram aplicadas seis doses de ácido silícico no solo (0; 0,5; 1; 2; 4 e 6 g kg –1), utilizando como delineamento experimental blocos casualizados com quatro repetições. A parcela experimental foi constituída por 12 mudas de cafeeiro cultivar Catuaí Vermelho IAC 99. Com três pares de folhas definitivos, as mudas foram inoculadas com o fungo C. coffeicola. Foram quantificados os teores de clorofila a, clorofila b, carotenóides, além do acúmulo de lignina em cada dose de ácido silícico. Foram realizados cortes transversais no caule para medição da espessura da epiderme, do câmbio vascular, do xilema, do floema e do parênquima esponjoso. Na maior dose de ácido silícico (6,0 g kg-1 de solo) e na menor (0 g kg-1 de solo), foi avaliada a fotossíntese potencial, em folhas sadias e com sintomas da cercosporiose. O conteúdo da clorofila a, b, carotenóides e lignina não foi influenciado pelas doses crescentes de ácido silícico aplicadas no solo. A maior dose de ácido silícico (6 g kg-1 de solo) em folhas sadias apresentou a menor fotossíntese potencial. A adição de doses de ácido silícico ao solo de cultivo de mudas de cafeeiro não alterou as características anatômicas do caule.
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    Extrato etanólico de própolis (EEP) no controle da cercosporiose (Cercospora coffeicola Berk. & Cooke) e no desenvolvimento de mudas de cafeeiro
    (2007) Pereira, Cassiano Spaziani; Silva, Adriano Alves da; Guimarães, Rubens José; Pozza, Edson Ampélio; Embrapa - Café
    Neste trabalho foi verificado o efeito do Extrato etanólico de própolis (EEP) sobre a intensidade da cercosporiose e o desenvolvimento de mudas, de cafeeiro. O experimento foi instalado em casa-de-vegetação, em mudas da cultivar Catuaí vermelho IAC-99, submetidas às doses do contraste 0 % (testemunha) e 10 doses (0,05; 0,1; 0,2; 0,6; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 e 5,0 %) de EEP confeccionado com 16 % de Própolis bruta e 84 % de álcool, diluídas em água, aplicadas a cada quinze dias, a partir do dia 01 de junho até o dia 05 de setembro de 2002. Conclui-se que: O EEP aplicado via foliar, em mudas de cafeeiro, diminui a incidência e a severidade da cercosporiose, de forma mais eficiente na concentração de 1,79, e o EEP não prejudica o desenvolvimento das plantas.
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    Extrato etanólico de própolis (EEP) no controle da cercosporiose do cafeeiro (Cercospora coffeicola Berk. & Cooke)
    (2007) Pereira, Cassiano Spaziani; Carvalho, Sebastião Júlio de; Guimarães, Rubens José; Pozza, Edson Ampélio; Embrapa - Café
    Foi utilizada uma lavoura em produção da cultivar Rubi MG-1192, de fevereiro a agosto de 2003, testando-se diferentes porcentagem de própolis bruta no extrato (2,52; 16 e 28 %) e doses de EEP na calda de pulverização (0,0; 1; 2; 3 e 4%), avaliando-se tanto o controle da cercosporiose do cafeeiro (Cercospora coffeicola Berk & Cooke), concluiu-se que: A cercosporiose teve sua incidência diminuída, porém nos meses de abril e maio. b) A severidade da cercosporiose, não reduziu com a aplicação foliar do EEP, em lavouras em produção.
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    Extrato etanólico de própolis (EEP) no controle da ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix Berk e Br.)
    (2007) Pereira, Cassiano Spaziani; Carvalho, Sebastião Júlio de; Guimarães, Rubens José; Pozza, Edson Ampélio; Embrapa - Café
    Neste trabalho foi se avaliado o uso de EEP no controle da ferrugem do cafeeiro em lavoura de cinco anos em plena produção, da cultivar Rubi MG-1192. O período de avaliação da doença foi de fevereiro a agosto de 2003. Foram testadas, diferentes porcentagem de própolis bruta no extrato (2,52; 16 e 28 %) e diferentes concentrações de EEP na calda de pulverização (0,01; 1; 2; 3 e 4%). Foi avaliado o controle da ferrugem do cafeeiro e ainda possíveis retenções das folhas às plantas, devido a presença da própolis. Neste experimento concluiu-se que: Em cafeeiros em produção, a aplicação foliar da própolis, mostrou efeito protetor, por meio da diminuição da incidência da ferrugem, principalmente nos meses de junho, julho e agosto, a aplicação foliar de EEP não reduziu a severidade dessas doenças, em lavouras em produção e a aplicação foliar do EEP, não proporcionou retenção ou desfolha do cafeeiro, após a colheita.
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    Extrato etanólico de própolis (EEP) na inibição da germinação de urediniosporos da ferrugem do cafeeiro Hemileia vastatrix Berk & Cooke
    (2007) Pereira, Cassiano Spaziani; Carvalho, Sebastião Júlio de; Guimarães, Rubens José; Pozza, Edson Ampélio; Embrapa - Café
    Foram realizados dois experimentos em laboratório com o propósito de verificar a possibilidade do uso de Extrato etanólico de própolis no controle de doenças de plantas. No primeiro experimento foi testado o contato de urediniosporos de ferrugem com cinco diferentes concentrações de um extrato etanólico de própolis (EEP), (0; 0,5; 1,0; 1,5; 2) da região de Lavras - MG. No segundo foram testadas no laboratório cinco diferentes própolis brutas de diferentes regiões de Minas Gerais e São Paulo, na confecção de cinco extratos diferentes, neste experimento, para todos os extratos foi usada a mesma concentração de 5ml de extrato/litro de água. As própolis brutas testadas do segundo experimento foram as seguintes: Própolis verde da região de Lavras - MG, própolis marrom (brown) de Lavras - MG, Própolis marrom (brown) de São Carlos - SP; Própolis marrom (brown) de Ribeirão Vermelho - MG e Própolis (Brown) de Hortolândia - SP (CH). Todos os extratos utilizados no dois experimento foram confeccionados com 350 gramas de cera de própolis em 2 litros de álcool de cereais, sendo o período de confecção dos extratos de 30 dias.
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    Eficiência nutricional das variedades de cafeeiro adubadas com silício para os micronutrientes
    (2005) Pozza, Adelia Aziz Alexandre; Carvalho, Janice Guedes de; Guimarães, Paulo Tácito Gontijo; Pozza, Edson Ampélio; Romaniello, Marcelo Márcio; Embrapa - Café
    Para comparar a eficiência nutricional de variedades de cafeeiro (Catuaí, Mundo Novo e Icatu) para micronutrientes, em resposta à adubação silicatada, implantou-se um experimento em DIC, com mudas de três variedades combinadas com seis doses de silicato de cálcio (T0=0, Tl=0,0625, T2=0,125, T3=0,25, T4=0,5 e T5=I,0g de CaSiO3dm3 de substrato). A variedade Icatu teve maior eficiência de absorção (EA) de Cu, Zn Fe e Si, maior eficiência de utilização (EU) de B e Mn não diferindo da Mundo Novo para o Mn e maior eficiência de tranlocação de Zn e de Fe. A Catuaí teve maior EA de B e Mn, não diferindo da Mundo Novo para o Mn, maior EU para Cu, Zn, Fe e Si, provavelmente devido à melhor ET destes nutrientes, exceto para Fe e Si. A Mundo Novo foi mais eficiente na absorção de Mn e Si, teve maior EU de Mn e maior ET de B, Mn e Si. A adubação com silicato alterou a eficiência nutricional das variedades de cafeeiro.
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    Observações microscópicas do efeito do silício no controle da cercosporiose em três variedades de cafeeiro
    (2005) Pozza, Adelia Aziz Alexandre; Pozza, Edson Ampélio; Alves, Eduardo; Carvalho, Janice Guedes de; Guimarães, Paulo Tácito Gontijo; Embrapa - Café
    A cercosporiose do cafeeiro é uma das mais importantes doenças na fase de viveiro. Os objetivos desse trabalho foram avaliar o efeito da aplicação de Si (1g de CaSiO3 incorporado em 1kg do substrato utilizado para encher os tubetes) no controle dessa doença em três variedades de cafeeiro (Catuaí, Mundo Novo e Icatu) e determinar quais os possíveis fatores de resistência associados. As plantas com dois pares de folhas foram inoculadas com suspensão de 1,4 x 10 4 conídios de Cercospora coffeicola por ml. Aos sete meses após o transplantio, avaliou-se a porcentagem de folhas lesionadas e o número total de lesões por planta. Após essa avaliação, retiraram-se amostras das folhas para o estudo em microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microanálise de raios X (MAX). As plantas da variedade Catuaí tratadas com silicato tiveram redução de 63,2% nas folhas lesionadas (%) e de 43% no total de lesões por planta, em relação à testemunha. A MAX e o mapeamento para Si indicaram distribuição uniforme do elemento em toda a superfície abaxial das folhas de cafeeiro nas três variedades tratadas. Nas folhas das plantas não tratadas, o Si foi raramente encontrado. Nas imagens de MEV também foi observada camada de cera bem desenvolvida na superfície inferior das folhas originárias de todas as plantas tratadas, sendo esta mais espessa em Catuaí e rara ou ausente nas não tratadas.
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    Intensidade da cercosporiose em mudas de cafeeiro em função de fontes e doses de silício
    (2005) Botelho, Deila Magna dos Santos; Pozza, Edson Ampélio; Pozza, Adelia Aziz Alexandre; Carvalho, Janice Guedes de; Embrapa - Café
    O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito dos silicatos de cálcio e de sódio sobre a intensidade da cercosporiose (Cercospora coffeic ola Berk. & Cooke) em mudas de cafeeiro, cultivar Catuaí IAC 99, nas doses 0; 0,32; 0,64; 1,26 g de SiO2.kg-1 de substrato. Foram realizadas cinco avaliações quinzenais nas quais se quantificou o número de plantas doentes, o número de folhas lesionadas por planta, o número de lesões por folha e o número total de lesões por planta. Essas avaliações foram utilizadas para construir a área abaixo da curva de progresso da doença. Ao término das avaliações, foram determinados os teores de macro, micronutrientes, silício e lignina na parte aérea das mudas de cafeeiro. A menor área abaixo da curva de progresso do total de lesões foi obtida com a dose de 0,84 g.kg-1 de silicato de sódio. Observou-se decréscimo linear para área abaixo da curva de progresso do número de plantas doentes e aumento na concentração de lignina nas folhas até a dose de 0,52 g.kg-1 de silicato de sódio, enquanto no caule houve acúmulo de SiO2 até 0,53 g.kg-1.
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    Escala diagramática para avaliação da severidade da mancha de Phoma do cafeeiro (Coffea arabica)
    (2005) Salgado, Mirian; Pereira, Ricardo Tadeu Galvão; Pozza, Edson Ampélio; Pfenning, Ludwig Heinrich; Embrapa - Café
    A mancha de Phoma do cafeeiro é uma importante doença em determinadas regiões produtoras de café, ocasionando danos foliares e seca de ponteiros. Para avaliar a severidade da mancha de Phoma do cafeeiro foi construída uma escala diagramática representando sete níveis de severidade da doença. O coeficiente de regresão (R2) entre os valores reais e os estimados foi superior a 0,75 para todos os avaliadores. Os resíduos absolutos, severidade estimada menos severidade real, nunca foram superiores a 8%. A acurácia foi variável, sendo o coeficiente angular da reta da equação igual a 1 para a maioria dos avaliadores.
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    Análise do padrão espacial da atrofia dos ramos do cafeeiro nas regiões Sul e Zona da Mata de Minas Gerais
    (2003) Barbosa, Juliana Franco; Souza, Ricardo M. de; Pozza, Edson Ampélio; Boari, A. J.; Oliveira, Luciene R. de; Almeida, Anderson Resende; Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café
    O agente etiológico da atrofia dos ramos do cafeeiro (ARC) é Xylella fastidiosa, uma bactéria fastidiosa limitada ao xilema e transmitida por cigarrinhas Hemipteras (Cicadellidae). Além dessas informações, pouco se sabe sobre a epidemiologia desta doença. O presente trabalho objetivou estudar o progresso da atrofia dos ramos do cafeeiro no tempo e o padrão das plantas afetadas, visando caracterizar a distribuição espacial da doença em duas regiões do Estado de Minas Gerais: Sul e Zona da Mata. Antes do início do estudo do padrão espacial da ARC, foi realizado o acompanhamento dos sintomas característicos da doença no campo, pois os sintomas podem ser confundidos com deficiência mineral e associação com outros patógenos. A confirmação dos sintomas foi realizada a partir de 30 amostras coletadas e analisadas por PCR. Por meio da avaliação dos sintomas da atrofia dos ramos do cafeeiro, foram mapeados talhões de 1200 plantas, sendo 12 linhas de 100 plantas. Foram analisados três talhões de café da cultivar Catuaí Vermelho de três em três meses em duas regiões do município de Lavras, MG. O padrão atual da atrofia dos ramos do cafeeiro foi avaliado em uma única avaliação no mês de setembro. Foram avaliados nove talhões distribuídos nos municípios de Lavras, Varginha, Elói Mendes, Araponga e Canaã, MG. As plantas de cada talhão apresentavam intervalos de idade diferentes. Foram coletadas as coordenadas geográficas das lavouras, em cada município, com o emprego do sistema de posicionamento geográfico GPS. O mapeamento da área foi feito a partir de dados binários (presença ou ausência de sintomas) anotados para cada planta. Para uma nova avaliação, as plantas sintomáticas foram adicionadas aos mapas anteriores, obtendo-se assim o número acumulado de plantas com a ARC e a sua posição. Foi considerado que uma planta de café sintomática numa avaliação será sempre doente nos mapas seguintes, mesmo não apresentando sintomas em algumas das avaliações posteriores. Para o estudo do padrão espacial, foram aplicadas as seguintes análises: seqüências ordinárias, índice de dispersão e análise de dinâmica e estrutura de focos. Em todos os talhões avaliados, considerando-se a área como um todo, foi observada uma tendência à agregação ou formação de reboleira. Nas avaliações individuais, alguns talhões apresentaram padrão aleatório ou casualizado. O padrão das plantas com distribuição aleatória foi evidente em lavouras mais novas, no início da epidemia. O número de focos cresceu com o aumento da incidência da doença. Os focos da ARC diminuíram sua compacidade conforme a incidência aumentou. Os focos apresentaram tamanhos, em média, inferiores a três plantas. O aumento no número médio de plantas por foco seguiu um padrão exponencial. Em contrapartida, a porcentagem de focos unitários diminui conforme o aumento na incidência.