Ciência e Agrotecnologia
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Item Crescimento vegetativo e produção de cafeeiros (Coffea arabica L.) recepados em duas épocas, conduzidos em espaçamentos crescentes(Editora UFLA, 2007-05) Pereira, Sérgio Parreiras; Guimarães, Rubens José; Bartholo, Gabriel Ferreira; Guimarães, Paulo Tácito Gontijo; Alves, José DonizetiO experimento foi instalado na Fazenda Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais EPAMIG em Machado, Sul de Minas Gerais, em 1992, com o objetivo de avaliar as conseqüências da redução dos espaçamentos entre as linhas e entre as plantas na linha de plantio sobre a produção e a fenologia do cafeeiro(Coffea arabica L.). O delineamento experimental foi o blocos casualizados DBC, em um arranjo fatorial 4 x 3 com parcela subdividida, sendo quatro distâncias entre as linhas (2,0; 2,5; 3,0 e 3,5 m) e três distâncias entre as plantas na linha de plantio (0,5; 0,75; 1,0 m), e duas épocas de poda (uma precoce feita logo após a colheita em de julho 2002 e a outra tardia em de janeiro de 2003), totalizando 24 tratamentos com três repetições. Em julho de 2002 e em janeiro de 2003 foi realizada a poda tipo recepa , na qual foram conduzidas duas brotações por planta. Em agosto de 2004, avaliou-se o crescimento dos componentes vegetativos e a produção das parcelas. Os espaçamentos adotados não influenciaram o crescimento de nenhum dos componentes vegetativos das brotações no período avaliado. Todas as características vegetativas foram influenciadas positivamente pela adoção da poda precoce, assim como a produtividade da primeira colheita realizada após a poda, que foi também influenciada positivamente pela adoção de espaçamentos mais adensados. Os cafeeiros que foram submetidos à poda tardia não produziram, em julho de 2004, como aqueles podados precocemente.Item Sistemas de produção de feijão intercalado com cafeeiro adensado recém-plantado(Editora UFLA, 2007-01) Carvalho, Abner José de; Andrade, Messias José Bastos de; Guimarães, Rubens JoséVisando estudar o efeito do número de linhas e do nível de adubação do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) no desempenho agronômico do consórcio do cafeeiro (Coffea arabica L.) com o feijoeiro, foi conduzido um experimento de campo na Universidade Federal de Lavras, em um Latossolo Vermelho distroférrico típico. O delineamento experimental foi blocos ao acaso com três repetições e esquema fatorial 4 x 4 + 1, envolvendo quatro números de linhas intercalares de feijoeiro (uma, três, quatro e seis linhas por entrelinha de café) e quatro doses de adubação da leguminosa (0, 50, 100 e 150% da adubação recomendada para o monocultivo, que constou de 20 kg ha -1 de N, 40 kg ha -1 de P 2 O 5 e 20 kg ha -1 de K 2 O no plantio mais 30 kg ha -1 de N em cobertura), mais um tratamento adicional (o monocultivo do cafeeiro ou do feijoeiro). O experimento foi conduzido em lavoura comercial da cv. Catucaí recém-plantada e a cv. de feijoeiro foi a BRS-MG-Talismã. No feijoeiro foram avaliados os estandes inicial e final, a altura de plantas e o rendimento de grãos com seus componentes primários (número de vagens por planta, número de grãos por vagem e massa média de 100 grãos). No cafeeiro as características avaliadas foram à emissão de pares de folhas e o incremento na altura de plantas e no diâmetro do caule, verificados entre a semeadura e a colheita do feijoeiro, além da mortalidade dos cafeeiros. Os resultados permitem concluir que o aumento do número de linhas intercalares de feijoeiro eleva o rendimento de grãos da leguminosa, mas reduz o incremento do diâmetro do caule do cafeeiro recém-plantado. A partir de quatro linhas de feijoeiro há tendência de aumento da mortalidade de plantas de café, principalmente na ausência de adubação da leguminosa. A adubação equivalente a até 150% da dose recomendada para o monocultivo do feijoeiro não influencia o rendimento de grãos da leguminosa, mas contribui para diminuir a mortalidade do cafeeiro recém-plantado quando se utiliza seis linhas intercalares de feijoeiro.Item Avaliação do estado nutricional de agroecossistemas de café orgânico no estado de Minas Gerais(Editora UFLA, 2003-11) Theodoro, Vanessa Cristina de Almeida; Carvalho, Janice Guedes de; Corrêa, João Batista; Guimarães, Rubens JoséA produção de café orgânico vem se constituindo uma tendência necessária e irreversível do agronegócio brasileiro. Essa atividade tem-se destacado como uma alternativa de renda para alguns cafeicultores, devido à crescente demanda mundial por alimentos mais saudáveis. Entretanto, grande parte das técnicas propostas pela agricultura orgânica está sendo aplicada empiricamente no cultivo de café, principalmente no Estado de Minas Gerais, maior região produtora de café do Brasil. Levando-se em consideração a baixa fertilidade natural dos solos dessa região cafeeira, bem como a elevada extração de nutrientes pelo cafeeiro, objetivou-se neste trabalho identificar possíveis fatores limitantes para a produção orgânica do cafeeiro, relaciona- dos à fertilidade do solo e ao estado nutricional das plantas. Foram realizadas avaliações da fertilidade do solo e análise das folhas em vinte e uma lavouras orgânicas representativas do Estado de Minas Gerais. As amostras de solo foram analisadas para determinação do pH, acidez potencial e dos teores de P, K, Ca, Mg, S, Al e matéria orgânica. As amostras foliares foram analisadas para determinação dos teores de N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn. Com base nos padrões de interpretação para cafeeiros convencionais propostos pela literatura, estabeleceram-se as frequências com que os caracteres analisados foram inferiores aos critérios de interpretação da fertilidade do solo e estado nutricional das plantas. A análise dos dados foi realizada por estatística descritiva. Novos trabalhos nessa nova área são necessários, visando a uma melhor interpretação da análise foliar e da fertilidade do solo, quando se trabalha com café orgânico.Item Influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o crescimento de mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.)(Editora UFLA, 2003-01) Paiva, Leandro Carlos; Guimarães, Rubens José; Souza, Carlos Alberto SpaggiariCom o presente trabalho objetivou-se de- terminar o melhor processo de formação de mudas em diferentes níveis de sombreamento. O experimento foi conduzido no Setor de Cafeicultura do Departamento de Agricultura da UFLA, onde mudas de cafeeiro (Coffea arabica L.)foram formadas sob quatro diferentes tipos de luminosidade, sendo: em pleno sol e sob sombrites, com 30%, 50% e 90% de sombreamento. Os tratamen- tos foram dispostos em um delineamento com blocos casualisados, sendo quatro o número de blocos. O ex- perimento foi conduzido até que as mudas atingissem o terceiro-quarto pares de folhas. As avaliações constituí- ram as seguintes análises de crescimento: altura, diâme- tro de caule, número de pares de folha, peso seco de ra- íz, peso seco de parte aérea e área foliar. Concluiu-se que para as características de crescimento analisadas, as mudas sob sombrite com 50% de sombreamento foram melhores, seguidas daquelas com 90%, 30% e pleno sol.Item Recipientes e substratos na produção de mudas e no desenvolvimento inicial de cafeeiros após o plantio(Editora UFLA, 2009-09) Vallone, Haroldo Silva; Guimarães, Rubens José; Mendes, Antônio Nazareno Guimarães; Souza, Carlos Alberto Spaggiari; Dias, Fábio Pereira; Carvalho, Alex MendonçaNeste trabalho, objetivou-se avaliar o comportamento de mudas de cafeeiros (Coffea arabica L.) produzidas em diferentes recipientes e substratos quando transplantadas no campo, sem irrigação complementar. O experimento foi conduzido no Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras – UFLA, no período janeiro de 2004 a setembro de 2005. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 3 x 3, utilizando mudas produzidas em três recipientes: tubetes de polietileno rígido de 50 mL; tubetes de 120 mL; e saquinhos de polietileno de 700 mL, e três substratos: substrato alternativo; substrato comercial; e substrato padrão, composto terra e esterco bovino. Os resultados obtidos permitem concluir que, no campo, 20 meses após o transplante, os cafeeiros provenientes de mudas produzidas em saquinho de polietileno e em tubete de 120 mL utilizando substrato padrão são superiores aos provenientes de mudas produzidas em tubetes de 50 mL.Item Efeito de recipientes e substratos utilizados na produção de mudas de cafeeiro no desenvolvimento inicial em casa de vegetação, sob estresse hídrico(Editora UFLA, 2010-03) Vallone, Haroldo Silva; Guimarães, Rubens José; Mendes, Antônio Nazareno Guimarães; Cunha, Rodrigo Luz da; Carvalho, Gladyston Rodrigues; Dias, Fábio PereiraCom o objetivo de avaliar os efeitos de recipientes e substratos no desenvolvimento inicial de cafeeiros (Coffea arabica L.) plantados em vasos dentro de casa de vegetação, sob diferentes níveis de estresse hídrico, foi conduzido um experimento no Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras – UFLA, no período de janeiro a maio de 2004. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados (DBC) em esquema fatorial (3 x 3 x 4), sendo o primeiro fator constituído de três recipientes utilizados na produção das mudas, tubetes de polietileno rígido de 50 mL; tubetes de 120 mL; e saquinhos de polietileno, nas dimensões de 20 cm de altura por 10 cm de largura e capacidade volumétrica, aproximada, de 700 mL; o segundo fator constituído de três substratos utilizados na produção das mudas, substrato alternativo, composto por 65% de casca de arroz carbonizada + 35% de substrato comercial; substrato comercial Plantmax hortaliças HT; e substrato padrão, composto por 70% de terra + 30% de esterco bovino peneirados e o terceiro fator foi constituído por quatro intervalos entre irrigações, 2, 6, 10 e 14 dias. Observa-se que os recipientes de capacidades volumétricas diferentes e os substratos utilizados influenciam, significativamente, o desenvolvimento dos cafeeiros, sendo que, após 120 dias do transplante das mudas para vasos em casa de vegetação com diferentes níveis de estresse hídrico, as plantas provenientes de mudas produzidas em saquinhos de polietileno e tubetes de 120 mL contendo substratos alternativo e comercial apresentaram melhor desenvolvimento.